Nas aspas: Roberto daMatta

“No passado, o Carnaval foi uma celebração obrigatória: todos tinham de brincá-lo. Hoje, ele é um longo feriado, embora continue preservando sua escritura original que suspende e inverte as regras das rotinas mais equilibradas. A norma é esbaldar-se, brincar e pular até cair. Temos então uma revelação interessante: como uma festa baseada no “pode fazer tudo” acontece na terra do “não pode”? Um “não pode” sempre dirigido para quem não é rico, bem de vida ou faz parte do governo? A pergunta contém sua resposta. Só existe Carnaval onde há o desejo de ver o mundo de cabeça para baixo.”

Roberto DaMatta, coluna “Opinião” – Revista Época – 27/2/12

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