Nas aspas: Corey Taylor

“O que me emputece é que só falam sobre metal desse modo ‘o Metal vai matar seus filhos’. Seria melhor se nem falassem da gente. É o último espírito rebelde na música. É a voz dos desgarrados. É por isso que apela a tantas pessoas quando elas são mais jovens e ainda apela quando essas pessoas têm 40 anos de idade, não querem crescer. A próxima geração sempre está tentando superar a anterior, ir mais longe, tentando achar aquele frenesi que não foi causado ainda. O Black Sabbath, depois o Metallica, depois Marilyn Manson e depois nós. Há essa necessidade de se subir de patamar – eu não vejo isso em nenhum outro gênero.”

“Eu não insultaria aos artistas envolvidos. Se eu não entendo da música, não há por que escrever sobre ela. Ela nunca apelou a mim quando eu era criança. Talvez eu não fosse raivoso o suficiente. Eu tentei apreciar ‘Reign In Blood’ do Slayer como uma obra de música extrema. Eu tentei ouvir Black Metal Norueguês como um gênero vanguardista de arte, e não rola pra mim. Eu acho que de fato, é melhor pro metal existir fora desse meio. Se você recebe o respeito do Hall Of Fame, e se isso é mainstream, isso não significaria que o metal não teria contra o que lutar?”

A provocação foi feita por Corey Taylor, vocalista do Slipknot e Stone Sour ao jornal inglês The Guardian. A resposta foi dada por Alexis Petridis do departamento de resposta às críticas (!) do jornal. Polêmica completa no Playa del Nacho – 9/6/12

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