Nas aspas: Fabio Seixas

“…Piquet faz 60 anos. Não, ele não foi um piloto tão genial quanto Senna, não está no panteão dos maiores, mas deixou as marcas da criatividade, da irreverência (às vezes descambando para a sacanagem, é verdade), da busca por brechas no regulamento, do trabalho, duro que às vezes não aparece tanto. Piquet era um mix mais difícil de compreender, de aceitar como ‘o nosso representante’ – como se precisasse haver um, ou só um. Era mais real e menos ideal. Era o anti-herói daquela polarização que aflorava no Brasil nos domingos de manhã. Hoje, aos 60, até devido à estiagem de resultados do país na F-1, colhe um pouco mais do reconhecimento que nunca perseguiu.”

Fabio Seixas, jornalista colunista da Folha de São Paulo, 17/8/12

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