30 anos de conquistas do vôlei

De 1982 a 2002 o vôlei masculino brasileiro passou de amador e azarão para uma das potências da modalidade no mundo. Veja a trajetória de conquistas que fortaleceu o feminino de quadra e, por consequência, as duplas do vôlei de areia.

No domingo, 14 de outubro, o Esporte Espetacular fez um especial sobre as conquistas do  vôlei masculino e contou com a presença do técnico Bernardinho, um dos responsáveis por esse crescimento, para falar sobre alguns dos momentos importantes nessa história de 30 anos de trabalho. Segundo a matéria, a paixão pela seleção brasileira de vôlei masculina começou há 30 anos, com a conquista da primeira medalha de prata olímpica. Um sentimento que aumentou após exatos 20 anos, com o ouro no Mundial de 2002. Duas datas importantes e que mudaram a história do voleibol.

1982
A partida histórica, que abriu o processo, aconteceu em Buenos Aires, Argentina. O Brasil foi considerado a grande surpresa do Campeonato Mundial de 1982. E com um adversário de peso, a União Soviética, na final. Mesmo perdendo o jogo por 3 sets a 0, a medalha de prata foi suficiente para despertar a admiração dos brasileiros. O Brasil não era mais só do futebol. Bernard, Renan, Montanaro e William são alguns dos nomes responsáveis pela conquista e que da noite pro dia se tornaram celebridades.

– Crianças, adultos, pessoas com faixas, fotografias estampadas. Uma coisa que marcou muito. Eu saí num camburão porque não tinha como andar lá fora – revela Bernard.

O assédio dos novos torcedores foi justificado. Com o saque mais famoso da história do voleibol, Bernard foi considerado o melhor jogador daquela equipe.

2002

Uma geração de campeões que foi substituída por outra geração de campeões. Após 20 anos da conquista do prata, o Brasil enfrentou a Rússia, parte da antiga União Soviética, na final do Mundial de 2002. O estádio era o mesmo, a cidade era a mesma e os adversários continuavam fortes. Mas o Brasil era outro e entrou em quadra como uma potência no vôlei.

– Eu fiz 418 jogos pela seleção brasileira. Se eu for falar de um jogo em especial, esse está no pódio – conta Nalbert

E com uma arma antiga, o Brasil levou a primeira medalha de ouro para casa. Com o saque do último ponto na mão, Giovanne não errou e acabou com a partida.

– Eu olhei o placar e estava 13 a 13. Eu pensei e fui pro ponto. Joguei para dentro e bati por fora. O resto, foi Deus que fez – relembra Giovanne.

Foram exatamente 20 anos entre a primeira final e a primeira conquista de uma medalha de ouro. Uma história que de 30 anos pra cá, só traz alegria aos brasileiros e conquista fãs no mundo inteiro.
Em 2011, o mesmo Esporte Espetacular fez um especial sobre os 10 anos de Bernardinho à frente da seleção, confira a íntegra:

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