O original e o cover #41

Como transformar um som de protesto bom em algo melhor e agressivo? Só conferir [ou relembrar] como ficou a versão do Garotos Podres para “O adventista” do Camisa de Vênus.


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O ORIGINAL
A banda formada em Salvador já mostrou a que veio desde a escolha do nome. Polêmica, sarcasmo e crítica social eram os principais ingredientes das suas músicas. O primeiro e autointitulado disco foi gravado em São Paulo e lançado em 1983. E nele já estavam alguns dos clássicos que consagraram a banda: “Bete morreu”, “Negue”, “Correndo sem parar” e “O adventista”. A letra desta falava dos ícones políticos e da mídia na época. Um pré-anúncio das celebridades instantâneas e de como a comunicação de massa dominaria os nossos dias. A versão abaixo é do disco ao vivo, “Viva”, lançado em 1986.

O COVER
A cover do Garotos está no quinto e último disco lançado em 2003. A letra se manteve a mesma, mas ganhou mais agressividade no som e com o vocal do Mao. “Garotozil de Podrezepam” tem ainda a versão de “Born to Be Wild do Steppenwolf 

Ambas as bandas estão em atividade. O Camisa agora segue sem Marcelo Nova que está em carreira solo. Já o Garotos vive uma polêmica interna com ex-empresários e atuais integrantes. Mao, vocal e um dos fundadores, declarou esses dias que a banda acabou. Triste polêmica para uma banda tão importante e lendária. Fico aqui na torcida por melhores notícias e espero você no próximo “O original e o cover”.

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